Passado o minuto
Cem segundos é mais ou menos o ponto em que todo o método de rajada já falhou. O jitter desapareceu aos quarenta segundos, o butterfly aos sessenta para a maioria, e o que resta é o que a sua mão faz quando já não está a tentar ser esperta.
As leituras aqui são mais baixas do que em qualquer outro ponto da bancada e mais estáveis do que em qualquer outro. Um resultado de cem segundos repetido uma semana depois ficará normalmente a menos de vinte CPM do primeiro — o que faz dele o melhor intervalo para acompanhar se a prática está a servir de alguma coisa.